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quinta-feira, janeiro 24, 2008

Bom, Galera do 1º F e adjascentes.

Ontem (23/01/2008), em uma mesa de bar, eu, Bozo, Jame´s, Foca, e Gump, decidimos por fazer uma festa de reencontro dos amigos do Vieira, nos moldes do falecido Natal da Sala.

A 1ª edição deverá ocorrer no dia 20 de abril de 2008, um domingo, véspera do feriado de Tiradentes.

Inicialmente, a sede seria na cada de Foca no Encontro das Águas, para mantermos a tradição, mas podemos pensar em um lugar mais próximo, em Salvador mesmo, se assim for possível.

Caso essa festa seja um sucesso, faremos uma segunda edição, no começo de julho, já para podermos contar com a presença dos "estrangeiros" - Faroboy, Djow, Raulzito, CD, Gump, Niki, Bart, Moura, Jame´s, e outros que eu nem sei se já se mandaram para outra cidade/Estado/país também.

A festa do dia 20/04, aparentemente, não irá contar com muita gente presente. Por isso, apelo aos que ficaram - as meninas quase todas, mais Léo, Wilbor, Tárcio, etc - para que compareçam e prestigiem esse reggae.

Mais detalhes, quando estiver próxima a data.

Abraços,

Pz.

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quinta-feira, janeiro 17, 2008

Eu Nunca Ganho

(Letra e Música: Lauro Bart e Victor Pz / Estilo: Blues agrungeado)

Eu nunca ganho
Eu nunca chego na frente
E o tal champagne
Que eu nunca experimento

Mas, talvez agora tudo mude
Talvez tudo, tudo... vá ser melhor!

É... mas eu não quero esse troféu
Eu só quero um refrão
Para botar numa canção
Que fale da minha perda, e do que mais couber

Não vou chorar... eu só quero viver
Porque não?


Dois Amores

(Letra e Música: Victor Pz / Estilo: Folk com ligeiras incursões pelo blues mississipiano)

É... uma canção romântica
Pra nossos corações
Paixão intercalada
Sem muitas ilusões

É... uma solução mágica
Um truque assim sem mais
Uma melodia clássica
Que me traga paz

Dois amores
Um real e um pra sonhar
Fechei os olhos pra não te perder
E agora estou tentando me encontrar

Dois amores
Porque quero te beijar
E fazer eternizar essa canção

Tudo o que sonhavas
Já se realizou
Tudo o que buscavas
Chamava-se amor

Dois amores
Um real e um pra sonhar
Caí no sono pra não te perder
E agora já não quero acordar



Não quero mais

(Letra e Música: Igor Balú e Victor Pz / Estilo: Pop/rock axézado com solinho de guitarra anos 50)

Quando você vem com os seus cabelos longos
Amarrados numa fita cor-de-rosa
Eu fico aqui lembrando uma poesia
E você me seduzindo em verso e prosa

O tempo passa, mas num retrato ainda, vejo o seu
Jeito menina de ser!

Não quero mais, te ver chorando assim
Não quero mais, te ver chorando por mim

Sei que eu não fui muito leal com você
Com mentiras e promessas infundadas
Sei que quase boto tudo a perder
Com as minhas manias e mancadas

O tempo passa, mas num retrato ainda, vejo o seu
Jeito menina de ser!

Não quero mais, te ver chorando por mim
Não quero mais, te ver chorando assim

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quarta-feira, janeiro 16, 2008

Tenho passado pouco tempo com os antigos amigos do Vieira, e sempre de forma apartada. Zulu e Farofa, quando o segundo chega de Cuba; Foca, Felipe, Niki, e Gump, o primeiro e o terceiro amigos há mais tempo que todos os demais; CD, Léo, Bozo, Bart, e Wilbor, em raras oportunidades, mas sempre memoráveis; Jota, lobo solitário; Iuri Mococa, em alguns esparsos momentos do ano; e os demais amigos, também em ocasiões cada vez menos frequentes.

Mas existe algo sobre a juventude que não se explica. Como quando o Conde de La Fere, o Barão de Vallions e Pierre-fonds, o Capitão Dartagnan e o Cavalheiro Aramis, se encontram em 20 anos depois.

Ou em Sleepers, naquela cena final, antes da catarse de tragédias que se abate sobre os personagens.

Longe de nós sermos um filme ou um livro, ou termos fins trágicos como os demais.

Mas a sensação, o misto de nostalgia, felicidade efêmera, respeito e bem-querer mútuos que unem amigos de infância, que viram no outro a transformação de meros bebês chorões a adultos que levam a vida, em todos os seus percalços, é estranha, é arte, é um pouco de ficção em uma realidade cada vez mais alheia aos sonhos.

É sempre bom rever os amigos. Quaisquer amigos. Mas os amigos da infância e da adolescência, de alguma forma, contém em suas lembranças o segredo de uma época em que nos atiramos de cabeça, sem olhar para baixo, rumo à felicidade.

Não sei o que acontece depois. É só.

Victor Castro, 1º F (1999), nº 46.

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